Diálogos regionais – ATA do 4° encontro!

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Diálogos regionais – ATA do 4° encontro: 23/07/2020

PAUTA: Acessibilidade e descentralização de ações para refletir a Lei Aldir Blanc.

Esteve presente na quarta reunião do evento Diálogos Regionais, realizado no dia 23/07/2020, as 16:00 HORAS, pelo Fórum de Cultura Popular e Artesanato Alagoano. FOCUARTE (ONLINE), um total de 09 municípios e 15 pessoas presentes: 06 de Maceió; 02 de União de Palmares; 01 de Atalaia; 01 de Feira Grande; 01 de Capela; 01 de Traipu; 01 de Ibateguara; 01 de Coqueiro Seco e 01 de Penedo.  Estiveram mediando o encontro os líderes do FOCUARTE, o senhor Sérgio Nascimento, representante da FALARTE e do FOCUARTE; a senhora Lailla Brito; senhor João Vitor Lemos Viana; a Mestra Vania Oliveira, a senhora Kátia Dalpiaz e o senhor Cláudio Antonio Santos da Silva.  para discutir a seguinte pauta: Acessibilidade e descentralização pela Lei Aldir Blanc. No início da reunião o senhor João Vitor Lemos Viana orientou, passo a passo, como preencher o Cadastro Único de Alagoas, CUCA. Houve uma pergunta se a pessoa residente em outro município e atua em grupo em outro município poderá concorrer, neste sentido, o senhor Cláudio Antonio Santos da Silva respondeu que a atuação do artista pode se dar em qualquer lugar, no entanto, o grupo é que deve solicitar recurso na região que ele se encontra, pois deverá ter uma comprovação documental de atuação no município. A senhora Kátia Dalpiaz fez uma explanação de Lei Aldir Blanc, descrevendo os três incisos, primeiramente, ela falou do inciso I, o auxilio emergencial, depois ela falou do segundo inciso, sobre a verba para custear despesas de sedes de grupos e companhias, ela ressaltou a carta de anuência para os grupos não registrados , e por último, falou do inciso III, sobre a verba para realizar ações culturais.  O senhor Cláudio Antonio Santos da Silva ressaltou sobre a importância da carta de anuência para os grupos não registrados, ele também falou sobre o acesso aos mestres de cultura popular, pelos editais de uma maneira diferenciada na seleção e inscrição dos projetos. Na sequência falou o senhor Jailton pedindo um direcionamento para a classe da dança, especificamente os coreógrafos, e citou vários exemplos: coreógrafos de quadrilha, de escola de samba, de Bumba Meu boi, clássico, etc, sendo o mesmo da área da dança.   A senhora Kátia Dalpiaz fez uma observação sobre o fomento da cultura alimentar, também destacando a sua importância enquanto dado cultural e de fomento da economia criativa. O senhor Cláudio Antonio Santos da Silva respondeu a questão do senhor Jailton, sobre a introdução da dança e a cultura alimentar contemplado pela Lei Aldir Blanc, sendo afirmativo na possibilidade de alcance pela elaboração de propostas culturais de fomento dessas especificidades de fazeres: a dança e a cultura alimentar na perspectiva da cultura popular. O senhor Sérgio Nascimento destacou a importância da arte e da cultura como propulsora de nossa construção social, sendo muito bem vindo, a lei emergencial e a nossa união no coletivo. Foi destacado o aporte destinado para as sedes como meio de mantê-las, pagar contas. Também, foi salientado a apresentação de projetos culturais que sejam contemplados na contrapartida de atuação em espaços públicos, como escolas, bibliotecas, etc. Por último, a senhora Rilma Brandão, fez uma excelente explanação sobre a construção de projetos no coletivo, defendendo a participação e a experiência adquirida no fazer pelas dificuldades. Finalizando a reunião, o senhor João Vitor Lemos Viana, agradeceu a todos os presentes, aos encantados e a nossa senhora Coração de Jesus. O encerramento da reunião, a “fechação da sede” foi feita pela senhorita Bia que cantou o tema dos Diálogos Regionais, composto por João Vitor Lemos Viana: Canta meu povo, a hora é essa.”

FORUM DE CULTURA POPULAR E ARTESANATO ALAGOANO- FOCUARTE

Maceió, 23 setembro de 2020

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